
Não temos ilusões quanto à escolha definitiva feita pela casta escravista dos bilionários do Brasil: aspiram ao retorno da Ditadura Empresarial-Militar, que eles apoiaram e financiaram, até em suas práticas mais abomináveis, como a tortura, conforme alude, por exemplo, o filme “Pra frente, Brasil”. Ocorre que esta casta escravocrata constitui uma ínfima minoria de nossa população do ponto de vista estritamente eleitoral. Esta gente não deveria representar qualquer ameaça à nossa Democracia, se não fosse sua enorme influência exercida sobre parcelas significativas de nossa população, hipnotizada por esta gente perversa. Com efeito, chega a ser um absurdo ainda constatar que a ideologia diariamente administrada pela mídia hegemônica exerce um enorme fascínio sobre os mais pobres, à medida que os engana com propostas mirabolantes de enriquecimento fácil (a ideologia da prosperidade), amplamente difundida pelos mercadores da fé, ainda que promovendo o reverso do que prega o Evangelho. Tornam-se uma espécie de “evangélicos” contra o Evangelho.
Não obstante o revés do primeiro turno, os passos que vêm sendo dados, desde o dia 5/10, seguem injetando muita esperança de revertermos, até amanhã, a tragédia obtida no primeiro turno. Eis que, de lá para cá, sobretudo os jovens, em todas as regiões do País, vêm tomando a dianteira nas enormes, crescentes e constantes mobilizações, igualmente acompanhados por diversos outros segmentos de nossa população. Somam-se a esta atitude o uso eficaz das redes digitais — que supera em muito a ação da extrema-direita — (haja vista a enorme adesão ao canal “Exército do Lula”, que já alcança quase 11 milhões de seguidores e seguidoras), bem como os esforços incessantes de convencimento dos ainda indecisos e dos que se abstiveram de votar no primeiro turno, seja na família, na vizinhança, entre amigos, conhecidos e desconhecidos.
Por outro lado, pelo menos mais dois outros fatores nos animam: cresce o número de depoimentos de arrependidos de haverem seguido o bolsonarismo. Para mencionar apenas um caso relevante, citamos a corajosa entrevista de alguém que, continuando a ser de direita, declara seu voto em Lula. Isto se dá com a ex-deputada federal Joice Hasselmann, ex-líder do Governo Bolsonaro. Entrevista que convém ser enviada a pessoas da bolha bolsonarista, acessando-se o link: https://youtu.be/jTeWOpW7fg4?
João Pessoa, 24 de outubro de 2026.
Eis a íntegra da carta compartilhada por 60 bispos, de todas as regiões do Brasil:
“O Senhor Deus falou, quem não profetizará? (Amós 3,8) O papa Leão XIV, em sua encíclica Magnifica Humanitas, diz: “Há situações em que, para permanecermos humanos, temos de abandonar as hesitações e tomar posição. Há conflitos nos quais não é justo permanecer neutros nem é suficiente pensar ‘não ser cúmplice’” (216). Nós, bispos católicos de diversas dioceses do Brasil, em comunhão com a CNBB, alinhados com a Mensagem do Conselho Permanente ao Povo Brasileiro, de 21/10/2026, acreditamos ser necessário e urgente aplicarmos ainda mais em nossas preces pelo País e multiplicar mensagens para ajudar no discernimento, já que vivemos no Brasil uma dessas situações mencionadas pelo papa Leão XIV, diante do cenário eleitoral dado, que exige tomar posição em nome do Santo Evangelho e da Doutrina Social da Igreja (DSI). “O anúncio do Evangelho não pode esquecer a vida concreta dos povos” (Rerum Novarum, 15). O católico e a católica devem exercer a sua cidadania inspirados pela DSI e decidir o seu voto à luz de seus ensinamentos. Devem deixar “que o Evangelho […] avalie as estruturas econômicas e políticas que, como viria a recordar São João Paulo II, podem tornar-se verdadeiras e próprias ‘estruturas de pecado’, para que nenhuma pessoa e nenhum povo sejam vistos como prescindíveis nos processos de desenvolvimento” (Magnifica Humanitas, 36). Duas candidaturas estão colocadas. Independentemente de votarmos ou não, um dos candidatos será o próximo presidente do Brasil. Mas é preciso votar. Votem para fazer a diferença. O cenário é muito grave, pois uma das candidaturas ameaça frontalmente diversos pontos centrais da DSI, a existência da democracia, a soberania nacional e a prática do bem comum. Não se trata apenas de uma escolha eleitoral, tantas vezes já praticada no Brasil, mas da possibilidade de uma mudança profunda nos rumos da nação, cujos exemplos na história do século XX deixaram cruéis e amargas lembranças. Queremos auxiliar os católicos em sua decisão, apontando alguns pontos de antagonismo entre o ensinamento social da Igreja e uma das candidaturas em disputa.
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As mudanças tecnológicas do mundo atual “não podem ser avaliadas apenas em termos de eficiência, mas a partir da dignidade do trabalhador, do direito a uma remuneração suficiente e da efetiva possibilidade de participar na vida social” (Magnifica Humanitas, 37). A candidatura que sempre foi contra o fim da escala 6×1 e propunha pagar o salário por hora trabalhada não reconhece a dignidade do trabalhador e poderá voltar a este tema.
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“A promoção do bem comum nunca pode ser separada do respeito pelo direito dos povos a existir […]. Qualquer tentativa ou projeto de eliminar ou subjugar uma nação é gravemente imoral e, por isso, inaceitável” (Magnifica Humanitas, 64). Um dos candidatos promete a submissão do Brasil aos Estados Unidos (EUA), fez parte de uma conspiração para taxar produtos brasileiros, defende a intervenção estrangeira em nossas eleições e promete entregar nossas terras raras à exploração dos EUA.
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A exortação apostólica Dilexi Te (Eu te amei, sobre o amor para com os pobres) critica os que pensam que “seria melhor deixar [os pobres] na miséria e ensinar-lhes antes a trabalhar” e que “a liberdade do mercado levará naturalmente à solução do problema da pobreza” (114). O partido de um dos candidatos sempre foi publicamente contrário aos programas sociais e de combate à pobreza, por desconhecerem as causas da miséria no Brasil, mesmo que agora o seu candidato diga que vai continuar alguns programas sociais. Estão, portanto, em contradição com a evangélica opção preferencial pelos pobres, reafirmada nos principais documentos de nossa Igreja.
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A DSI propõe o desarmamento e diz que “o enorme aumento das armas representa uma ameaça grave para a estabilidade e a paz” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 508). Um dos candidatos promete liberar o acesso amplo às armas, como fez o seu pai em seu governo.
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O cuidado com a ecologia integral é hoje elemento central da DSI. A Laudato si’ critica “as atitudes que barram os caminhos de solução” que “vão da negação do problema à indiferença” (14). Um dos candidatos não reconhece a crise climática, nega os problemas ecológicos e quer dar continuidade às políticas de devastação que caracterizaram o governo de seu pai e a atuação de seu partido no Congresso. Lembremo-nos da “Lei da Devastação” (nº 15.190/2025) aprovada no ano passado.
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“O discípulo de Cristo rejeita todo recurso [à tortura], de modo algum justificável” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 404). Um dos candidatos é publicamente favorável à tortura, e sua família fez homenagens a um dos maiores torturadores da ditadura brasileira, o general Brilhante Ustra, que matou muitas pessoas.
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“A Igreja encara com simpatia o sistema da democracia […]; ela não pode, portanto, favorecer a formação de grupos restritos de dirigentes, que usurpam o poder do Estado em favor dos seus interesses particulares ou dos objetivos ideológicos” (Centesimus Annus, 46). Um dos candidatos é filho do presidente que foi condenado e preso por atentar contra a democracia e segue suas ideias. Fez várias declarações de ameaça à ordem constitucional e, se eleito, governará com maioria absoluta no Congresso Nacional e no STF, criando as condições para uma usurpação do poder e submissão do país à sua ideologia.
Por outro lado, temos outra candidatura que, embora também esteja sujeita a críticas, sempre manifestou responsabilidade com os pobres e com a Casa Comum e atuou dentro dos limites da ordem democrática, respeitando a Constituição. Gostar ou não do atual governo não pode ser razão para entregar o país nas mãos de quem manifesta tamanha contradição com os ensinamentos de nossa Igreja. Diante desses e de inúmeros outros elementos, não podemos nos manter neutros, a fim de que nossa consciência ou a história não nos condenem no futuro. Quem se calou diante das ameaças totalitárias que se concretizaram na Europa do século XX deixou uma herança vergonhosa para as gerações seguintes. Conclamamos todos os católicos para que não deixem de exercer seu direito e votem no dia 25 de outubro, em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres e dos ensinamentos de nossa Igreja. Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, ilumine a mente de cada um e de cada uma de nós. Assinam:
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Dom Adolfo Zon Pereira, SX, Bispo da Diocese do Alto Solimões (AM)
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Dom Adriano Ciocca Vasino, Bispo Emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT)
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Dom Benedito Araújo, Bispo da Diocese de Campo Maior (PI)
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Dom Edivalter Andrade, Bispo da Diocese de Parnaíba (PI)
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Dom Edmilson Tadeu Canavarros dos Santos, Bispo da Prelazia de Itacoatiara (AM)
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Dom Edson Damian, Bispo Emérito de São Gabriel da Cachoeira (AM)
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Dom Egídio Bisol, Bispo Emérito da Diocese de Afogados da Ingazeira (PE)
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Dom Erwin Kräutler, Bispo Emérito da Prelazia do Xingu (PA)
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Dom Evaldo Carvalho dos Santos, Bispo da Diocese de Viana (MA)
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Dom Eugênio Rixen, Bispo Emérito de Goiás
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Dom Evaristo Pascoal Spengler, Bispo da Diocese de Roraima
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Dom Flavio Giovenale, Bispo da Diocese de Cruzeiro do Sul (AC)
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Dom Francisco Cota de Oliveira, Bispo da Diocese de Sete Lagoas (MG)
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Dom Frei Aloísio Alberto Dilli, OFM, Bispo Emérito de Santa Cruz do Sul (RS)
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Dom Frei Pedro Cesário Palma, OFMCap, Bispo de Jardim (MS)
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Dom Frei Samuel Ferreira de Lima, OFM, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Manaus (AM)
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Dom Gabriele Marchesi, Bispo da Diocese de Floresta (PE)
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Dom Geraldo dos Reis Maia, Bispo da Diocese de Araçuaí (MG)
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Dom Giovane Pereira de Melo, Bispo de Araguaína (TO)
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Dom Giuseppe Luigi Spiga, Bispo da Diocese de Grajaú (MA)
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Dom Guilherme Werlang, Bispo Emérito de Lages (SC)
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Dom Itacir Brassiani, Bispo da Diocese de Santa Cruz do Sul (RS)
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Dom João Batista de Oliveira, Bispo da Diocese de Corumbá (MS)
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Dom João Muniz Alves, OFM, Bispo da Diocese de Xingu-Altamira (PA)
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Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG) [nota: corrigido o estado para padronizar com os demais]
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Dom Joaquim Hudson de Souza Ribeiro, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Manaus (AM)
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Dom Joel Maria dos Santos, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG)
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Dom José Albuquerque de Araújo, Bispo da Diocese de Parintins (AM)
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Dom José Altevir da Silva, Bispo da Prelazia de Tefé e Presidente Nacional do Conselho Pastoral dos Pescadores e Pescadoras
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Dom José Aristeu Vieira, Bispo da Diocese de Luz (MG)
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Dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, SDV, Bispo e Presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT)
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Dom José Luiz Bertanha, Bispo Emérito de Registro (SP)
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Dom José Luiz Ferreira Salles, Bispo da Diocese de Pesqueira (PE)
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Dom José Mario Stroeher, Bispo Emérito da Diocese de Rio Grande (RS)
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Dom José Reginaldo Andrietta, Bispo da Diocese de Jales (SP)
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Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa, Bispo da Diocese de Colatina (ES)
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Dom Lucio Nicoletto, Bispo da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT)
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Dom Luiz Antonio Lopes Ricci, Bispo da Diocese de Itapetininga (SP)
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Dom Luiz Fernando Lisboa, Arcebispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES)
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Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo da Diocese de Amparo (SP)
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Dom Manoel João Francisco, Bispo Emérito da Diocese de Cornélio Procópio (PR)
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Dom Mauro Montagnoli, Bispo Emérito de Ilhéus (BA)
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Dom Moacir Aparecido de Freitas, Bispo de Votuporanga (SP)
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Dom Nereudo Freire Henrique, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife (PE)
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Dom Norberto Foerster, Bispo da Diocese de Ji-Paraná (RO)
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Dom Otair Nicoletti, Bispo da Diocese de Coxim (MS)
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Dom Paolo Andreolli, Bispo da Diocese de Ponta de Pedras (PA)
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Dom Paulo Celso Dias do Nascimento, Bispo da Diocese de Itaguaí (RJ)
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Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo da Arquidiocese de Uberaba (MG)
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Dom Pedro José Conti, Bispo Emérito de Macapá (AP)
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Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo da Diocese de Mogi das Cruzes (SP)
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Dom Raimundo Possidonio Carrera da Mata, Bispo da Diocese de Bragança do Pará (PA)
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Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, Bispo da Diocese de Campos (RJ)
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Dom Roque Paloschi, Arcebispo da Arquidiocese de Porto Velho (RO)
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Dom Sebastião Lima Duarte, Bispo da Diocese de Caxias do Maranhão (MA)
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Dom Silvio Guterres Dutra, Bispo da Diocese de Vacaria (RS)
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Dom Vanthuy Neto, Bispo da Diocese de São Gabriel da Cachoeira (AM)
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Dom Vicente de Paula Ferreira, Bispo da Diocese de Livramento de Nossa Senhora (BA)
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Dom Vilson Dias de Oliveira, Bispo Emérito da Diocese de Limeira (SP)
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Dom Zanoni Demettino Castro, Arcebispo da Arquidiocese de Feira de Santana (BA)
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Dom Zenildo Lima da Silva, Bispo Auxiliar de Manaus (AM)
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Dom Zenildo Luiz Pereira da Silva, CSsR, Bispo da Diocese de Borba (AM)”
