Na Praça do Conhecimento, no Complexo do Alemão, policiais filmavam nesta terça-feira (17) uma reunião em que lideranças locais e de favelas de diferentes pontos do Rio debatiam as violações de direitos humanos na cidade.
violência policial
Segundo moradores, ataque da Polícia Militar teria acontecido na Biblioteca Parque de Manguinhos. Outras violações de direitos humanos foram relatadas.
Neste sábado (22), trabalhadores e os que saíram em sua defesa — entre eles, uma mulher — são então agredidos com empurrões e rasteiras.
Membro da “Mídia Ninja” foi detido arbitrariamente na praia do Arpoador, zona sul do Rio. Filipe estava no local com familiares, quando jovens começaram a ser amontoados e espancados por policiais militares dentro de uma tenda.
Governo brasileiro reconheceu oficialmente violência contra jornalistas como problema de Estado e divulgou medidas de proteção.
“(…) Eu venho de uma família de policiais militares, mas são pessoas de outra época, de outro caráter. Meu avô (major da PM), por exemplo, fez todo mundo lá em casa se orgulhar da farda. E essa mesma PM, que sempre me deu orgulho, agora tirou meu bem mais precioso.”
‘Esse sujeito no vídeo que é arrastado pra fora do cerco que a PM fez, sou eu. Sou professor de Geografia, estava na manifestação do dia 22 de fevereiro, junto de um ex-aluno que encontrei por lá e de dois monges franciscanos que também apoiavam os protestos.’
Moradores revoltaram-se neste domingo (23/2) e pelo menos um ônibus foi incendiado. A PM divulgou a informação de que também houve ataques a tiros contra ela.
Moradores revoltaram-se neste domingo (23/2) e pelo menos um ônibus foi incendiado. A PM divulgou a informação de que também houve ataques a tiros contra ela.

