A estigmatização midiática do PT e o medo da proletarização convertem setores médios em sócios simbólicos das elites e em base psicossocial do antipetismo.
Lulismo
Nem alienado nem dividido: o eleitor periférico opera em superposição deliberada — lulismo para garantir comida no prato, bolsonarismo para atacar o Estado que asfixia sua sobrevivência.
A encruzilhada eleitoral consolida o embate histórico entre uma elite subserviente ao imperialismo estrangeiro e o sonho persistente de um país soberano e inclusivo.
A eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, em 2016, tornou-se uma das expressões mais emblemáticas desse processo.




