Brasil, enfim, acorda para a necessidade de investir em Defesa. Não precisamos deixar de ser país pacífico. Mas, como mostra o Irã, é possível resistir a uma guerra assimétrica – mesmo sem armas nucleares.
Imperialismo
As origens da dominação monetária dos EUA. Seus pilares: guerra, petróleo e Bretton Woods. O poder econômico e geopolítico que ela produz.
Trump aperta o cerco sobre Cuba e torna a vida insuportável, mas as carências são antigas e prolongam-se desde o fim da União Soviética.
Quando olhamos e analisamos o passado através da história, é possível que fique absolutamente nítido o fio invisível que encadeia determinados acontecimentos.
Há momentos na história em que os documentos estratégicos dizem mais sobre o mundo do que as próprias batalhas. Não porque determinem de forma mecânica os acontecimentos, mas porque revelam a imaginação política que os torna possíveis.
“Não é democracia quando um pai não sabe de onde tirar seu próximo prato de comida. Não há democracia quando o neto perde seu avô na fila do hospital….(…)”
O mundo e a história, em constante mudança, desafiam nossa compreensão. A única maneira de enfrentar esse dilema é a precisa análise que se debruça sobre as determinações, nos permitindo ir da aparência caótica do todo até as relações e determinações complexas. Quando o conhecimento não tende à totalidade ele pode se enganar com um ou outro aspecto que se mostra mais evidente.
Vira-latismo virou um termo para qualificar aqueles que idolatram líderes e países que controlam a economia mundial e detêm o poder militar.
Movimentos dos países em apenas sete dias colocaram o mundo em suspense e temor. Os piores impactos, no entanto, foram as ações de Trump. Por Jose Luis Fiori / Jornal GGN – 20/01/26 • 08:41 Na…









