Ameaçado pelo alto custo dos insumos sintéticos e pelas intempéries extremas, o agronegócio precisa incorporar a transição ecológica e os bioinsumos para evitar o próprio colapso.
Economia
As emissões de gases de efeito estufa geradas pelas atividades humanas são a principal causa da mudança climática e continuam aumentando, apesar de décadas de negociações internacionais, avanços tecnológicos e políticas de mitigação.
Contrariando o velho bordão da ditadura brasileira, um recente relatório das Nações Unidas traz à tona o que os socialistas sempre disseram: é preciso distribuir riqueza primeiro e como princípio.
Nos Grundrisse, isso está assim apresentado: o indivíduo está, pois, preso de modo duplo às suas próprias condições de existência: objetivamente, à terra, e subjetivamente, à comunidade.
Cercada de perguntas, a tese que culpava apenas o trabalhador desmoronou: a produtividade não reside numa única variável, mas num emaranhado de máquinas, investimentos e escolhas estratégicas.
Analise-se peças veiculadas entre 2016 e 2024, com o objetivo de identificar as interações discursivas ocorridas ao longo desse período.
Pense nisso, antes de se distrair com o espetáculo de fatos, imagens e fofocas das campanhas eleitorais – logo, logo na tela mais próxima de você.
Enquanto as oscilações do El Niño são temporárias, a destruição contínua gerada pelo agronegócio impõe um colapso hídrico e climático de longa duração.
Ao secularizar o pecado sob a máscara da gestão empresarial, a literatura machadiana desvela como o capital redefine a natureza humana para torná-la um ativo de consumo.









