O escandaloso áudio envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro joga a crise política para dentro da extrema direita e provoca novos impactos no cenário nacional.
Bolsonarismo
Em abril, um grupo de 53 professores e pesquisadores de diferentes universidades brasileiras se reuniu no Centro Maria Antonia, na USP, e produziu o manifesto “Em defesa do pluralismo e da liberdade acadêmica”.
Da vacina com chip ao detergente, laboratório de realidade paralela age quando a extrema direita precisa mudar a narrativa e ignora que a desinformação mata.
Entre delírios conspiratórios, negacionismo científico e fanatismo político, o bolsonarismo transformou o absurdo em identidade coletiva e a ignorância em símbolo de pertencimento.
A ascensão de uma juventude neoconservadora redefine o xadrez eleitoral e impõe às forças progressistas o desafio de subverter a hegemonia da extrema direita no ecossistema digital.
Nós líamos As estruturas elementares da violência quando, o que chamaremos de “janeiro sangrento”, manchou de vermelho rubro não só o território brasileiro, mas também essa folha de papel.
Nossas autoridades e instituições são vistas como canais de trocas entre elites. As camadas populares se sentem excluídas desses clubes que tomam decisões sobre suas vidas.
O maior inimigo desse país não é o bolsonarismo, as tarifas do Trump ou a oposição na Câmara dos Deputados, é cair na real. Nunca foi a internet, mas a velha credulidade humana, agora equipada com 5G e pacote de dados ilimitado.
O que virá pela frente? Um Congresso que insiste na anistia? Um STF que poderá ser chamado a julgar a constitucionalidade dessa lei? Uma sociedade que terá de decidir se vai às ruas, desta vez,…









