O primeiro gesto, portanto, é que o fim do mundo deve ser apenas o começo de conversa. Ele é (para e também a partir de Beckett) autoevidente. A questão é, ao mesmo tempo, política e estética.
O primeiro gesto, portanto, é que o fim do mundo deve ser apenas o começo de conversa. Ele é (para e também a partir de Beckett) autoevidente. A questão é, ao mesmo tempo, política e estética.