Sou professor e estou com Lula

É uma questão de consciência.

Um país que voltou a si.

Brasil se lembrou da decência.

Se lembrou da classe trabalhadora.

Se lembrou do óbvio.

Que a vida é mais.

Que a vida é para ser vivida.

Talvez uma das principais razões pelas que apoio Lula, seja porque nele vejo uma atitude humana rara e das mais valiosas.

Não discrimina no sentido da exclusão. Trata as pessoas enquanto tais, como pessoas, seres humanos.

Aprendi a gostar de Lula ao ver o quanto se distancia de gente sem cara. Sim, pessoas que não se mostram. Viventes que não são o que são. Tentam parecer o que não são.

Lula diz o que é. O que há. O que são as coisas. Não enrola. Não confunde.

Num mundo em que por aí há quem se perca ao ouvir o meu sotaque argentino e brinque com a minha nacionalidade (o que não é brincadeira, mas crime de xenofobia) sou o que sou.

Sou mais brasileiro do que muita (será muita mesmo?) gente (será gente mesmo?) aqui nascida mas nunca amanhecida.

Por estas e por muitas outras razões, voto em Lula.

É uma maneira de me manter fiel às minhas origens.

Não importa onde você nasceu, mas quem você é. O que você fez consigo mesmo(a). Votar em Lula é seguir apostando na luz. Aquela luz que nasce cada manhã e ilumina o caminho de toda a gente.

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