Sentido do viver

Ontem fui à praia pela manhã, àquela parte de Cabo Branco que fica perto do restaurante Pontal. Onde foram feitas obras de defesa contra a erosão marítima, e os coqueiros projetam sombras protetoras bem perto da calçada.

Assim que fui pra areia caminhar, passou uma moça muito bem feita, que me chamou a atenção. Fio dental, serena ao caminhar, deslizava por sobre a superfície da areia. Ativação energética. Força da vida. Idade nem existe mais.

Aonde apontam estas reflexões? Ao sentido do viver.

Eu faço a minha vida, como o restante das pessoas. Nem me sinto tão diferente do resto da humanidade. Passaram-se já muitos anos desde o começo. Ando por um caminho que, no meu entendimento, é o caminho de Deus. É o que Deus quer. Caetano Veloso e Maria Bethânia o dizem, na canção de Isa: “FÉ.”

É um caminho simples. Minha mãe e meu pai mo ensinaram. Contos bíblicos. Oração de Santa Teresa de Ávila. Evangelho. Arte. Estudo. Trabalho.

Fui construindo a pessoa que sou, e continuo nesta tarefa. Fico feliz em partilhar estas observações, uma vez que por acreditar na construção coletiva do conhecimento e da experiência, pontes nos reforçam. Comentários de leitoras e leitores têm-me estimulado a apreciar o meu próprio trabalho, pelo qual sou muito grato.

Ilustração: “Pontos de luz”

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