Passados 62 anos do golpe empresarial-militar de 1964, o Brasil continua estruturado em torno de formas sociais violentas que encobrem a história do país.
Racismo & discriminação
O que se oferece ali não é apenas narrativa. É um ambiente projetado para tensionar pessoas até o limite, extrair reações extremas e converter tudo isso em valor comercial.
Se queremos de fato combater o antissemitismo no Brasil, o caminho não é importar uma definição já instrumentalizada ao redor do mundo para silenciar críticos.
A Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução nesta quarta-feira (25) que reconhece o tráfico transatlântico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade já cometido.
Figuras como Donald Trump e Benjamin Netanyahu tornaram-se expressões de um tempo e de uma política marcados pela brutalidade, pela força e pela convicção de que o poder tudo pode.
Entre o altar, que ainda exclui, e o túmulo, que se multiplica, está o desafio de romper estruturas que, direta ou indiretamente, continuam a dizer às mulheres qual é e qual não deve ser o lugar delas.
Que futuro que se quer / Enquanto u’a mulher houver / A cada seis horas morta? / Onde fica o nascedouro / O berço, a tribuna, o foro / Do machismo em nossa porta?
Ontem, 25/02/2026, finalmente chegou a termo o julgamento pelo STF dos responsáveis pelo assassinato de Marielle Franco. Antes tarde do que nunca! Mesmo sabendo que isto não traz de volta Marielle ao nosso convívio.
Ter nascido de uma mulher nunca foi antídoto contra o machismo. O que transforma comportamento é responsabilização social e jurídica.









