Diante de adversário muito menos poderoso, porém coeso e sagaz, maior máquina militar da História sofre e hesita. O que isso revela sobre a mudança nos campos de batalha e…
Oriente Médio
Para saber o que é a guerra, é preciso começar pelo que ela não é.
Impérios não caem de uma vez: desgastam-se primeiro em sua imagem, depois em sua capacidade de intimidar o mundo e, finalmente, em sua incapacidade de transformar o fogo em futuro.
A tendência de declínio dos EUA tem se expressado em intensificação do emprego da força militar. Embora a guerra contra o Irã seja o ápice desta estratégia até agora, também revela alguns dos seus limites.
A Guarda Revolucionária Islâmica está agora mostrando a todo o planeta, especialmente ao Sul Global, o que se escondia por trás da “moderação” aconselhada por Khamenei durante anos.
Há princípios que deveriam permanecer inegociáveis, mesmo em tempos de guerra: não se atacam crianças. Não se bombardeiam escolas. Hospitais não são alvos.
Jeffrey Sachs afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, age como “um psicopata” na condução da política internacional.
O cheiro te atinge antes mesmo de você ver as tendas. No campo de al-Taawun, situado entre o Estádio Yarmouk e a Rua al-Sahaba, no centro da Cidade de Gaza, a linha divisória entre habitação humana e dejetos humanos desapareceu.
Empreendedores ávidos por lucro, monarcas do Golfo, Donald Trump, Tony Blair e a extrema direita israelense estão todos unidos em seu projeto para Gaza: uma zona econômica especial impulsionada pela tecnologia e governada por bilionários, sem qualquer possibilidade de autodeterminação para os palestinos.









