Desfecho da guerra é incerto. Mas fracasso inicial dos EUA e Israel já produz terremoto geopolítico – que vai muito além do Oriente Médio.
Oriente Médio
Com a ideia de esperança em nosso título, queremos apontar o atual martírio palestino como um ponto de inflexão na presente crise histórica.
Guerra no Oriente Médio e o consequente fechamento do estreito de Ormuz trazem, além de tudo, consequências trágicas para a segurança alimentar em todo o mundo.
Há momentos na história em que os documentos estratégicos dizem mais sobre o mundo do que as próprias batalhas. Não porque determinem de forma mecânica os acontecimentos, mas porque revelam a imaginação política que os torna possíveis.
“Ninguém deve ter vergonha de ser de esquerda”, afirmou Lula em Barcelona. Donald Trump está jogando um jogo muito perigoso, pensando que pode ditar suas próprias regras.
Os Estados Unidos estão entrando em uma nova fase da guerra contra o Irã. Pode não ser o que muitos esperam (especialmente nos mercados financeiros).
O aspecto mais perigoso da retórica de Trump não é apenas sua agressividade verbal, mas seu vazio estratégico. O homem afirma que a “missão principal” está quase concluída, mas não a define.
A influência persa sobre os textos bíblicos aconteceu principalmente durante e após o exílio babilônico do povo hebreu, ocorrido no século VI a.C., quando o Império Persa dominava o mundo antigo.
É realmente importante perceber que nossa política externa para o Oriente Médio é largamente dirigida por Israel. E, claro, o fator chave para que isso aconteça é o lobby [israelense].









