Assassinato de civis desarmados por tropar dos EUA e revelação do caso à imprensa transformou episódio em um dos maiores escândalos do conflito.
Memória & Consciência
“A gente precisa de mais filmes como Bacurau, Que horas ela volta?, Hoje eu quero voltar sozinho, para engrossar a massa do cinema brasileiro. Aparecer um Bacuraua cada um ou dois anos não é suficiente.”
Figuras como Donald Trump e Benjamin Netanyahu tornaram-se expressões de um tempo e de uma política marcados pela brutalidade, pela força e pela convicção de que o poder tudo pode.
Impérios não caem de uma vez: desgastam-se primeiro em sua imagem, depois em sua capacidade de intimidar o mundo e, finalmente, em sua incapacidade de transformar o fogo em futuro.
Egressa do Teatro Experimental do Negro e indicada ao Festival de Cannes, atriz usou carreira para denunciar o racismo e ampliar o protagonismo negro nos palcos, na TV e no cinema.
A relativização do estupro de vulnerável não é um desvio. É o funcionamento normal de um sistema que combina patriarcado, racismo e seletividade penal.
Em seus 250 anos de história, os EUA conheceram menos de 20 anos sem estar envolvidos em guerra. Segundo John Menadue, a poderosa nação do Norte nunca passou uma década sem guerra.
Na linguagem da política internacional, tornou-se comum classificar os regimes políticos em dois grupos: Estados teocráticos e Estados laicos.
Ao atrelar a “America 250” ao “Corolário Trump da Doutrina Monroe”, o governo acrescenta à histórica data significados e propósitos que extrapolam a natureza essencialmente doméstica.









