Pesquisa aborda trabalho escravo e devastação ambiental na cadeia produtiva do aço

Carvoarias do polo de Carajas são marcadas por trabalho escravo e crimes ambientais. Foto: Sergio Vignes/Divulgação

No próximo dia 22 de junho (quarta-feira), o Instituto Observatório Social lançará a pesquisa “O Aço da Devastação”.

Em siderúrgicas do polo de Carajás, exportadoras de ferro ‘gusa’ usam carvão do desmatamento e do trabalho escravo nos processos produtivos. A prática contamina toda a cadeia produtiva do aço e chega a montadoras de veículos, fabricantes de eletrodomésticos, de aviões e de computadores.

Estão diretamente envolvidas no problema empresas como Vale, Sidepar, Cosipar, Ford, General Motors, Nissan e Toyota.

Pesquisa aborda trabalho escravo e devastação ambiental na cadeia produtiva do aço

A pesquisa começou em Nova Ipixuna (PA). Lá, no dia 24 de maio, foram assassinados José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, que denunciavam a devastação da floresta para produzir carvão e madeira.

A pesquisa cruza os dados de produção de carvão legalizado com o total de ferro gusa vendido pelas siderúrgicas. O índice de ilegalidade do carvão é mais do que o dobro em algumas siderúrgicas.

Confirmar presença pelo e-mail: contato@papelsocial.com

Serviço

Pesquisa “O Aço da Devastação”
Lançamento: 22 de junho de 2011
Local: Rua São Bento, 413, Centro – Sindicato dos Bancários – São Paulo, SP
Horário: 9 horas

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