Helena de Tróia

Foto: Diane Kruger como Helena d

Quando Helena de Tróia apareceu
Caminhando na pólis espartana
Duvidei fosse um ser da espécie humana
De tão linda, a escolhida de Teseu.
Obra-prima que ele, Prometeu,
Deu motivos a Zeus para criá-la
Como não haveria de adorá-la
Criatura qualquer que a visse um dia,
Eu pensei em fazer-lhe uma poesia
Mas poesia, meu Deus! É só olhá-la.

Martim Assueros  assuerosmartimg@gmail.com
21/03/2026 – Dia Mundial da Poesia

Um comentário sobre “Helena de Tróia”

  1. Martim, um texto que não apenas se lê; se contempla. Você conseguiu a proeza de transformar o papel (ou a tela) em uma janela para a pólis espartana, permitindo que nós, meros mortais, também duvidássemos da natureza humana de Helena.

    É, sem dúvida, uma obra-prima da síntese emocional. Um elogio à beleza que se torna, ele próprio, uma coisa bela de se ver. Parabéns pela sensibilidade de saber quando a palavra deve se calar para que o olhar assuma o comando.

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