Guilherme Marques (Soninho), ativista do Rio Janeiro e pesquisador do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ, fala sobre o processo perverso de despejos forçados em todo o Brasil e, especificamente, no Rio de Janeiro.
Jornalistas Populares
No dia 11 de novembro, ativistas e vítimas de remoções forçadas se reuniram no Rio de Janeiro para entregar uma carta e vídeos-denúncia a integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) durante uma visita ao Rio. A carta denuncia a situação de famílias removidas arbitrariamente e pede que o COI tome uma posição contra as remoções forçadas realizadas em nome das Olimpíadas de 2016.
Ministério Público Federal no Pará comunica ameaças de morte em Belo Monte à Corregedoria da PM e ao MP Estadual. Em documentos enviados na segunda-feira (12), procurador da República em Altamira informa denúncias de ameaça ao jornalista Ruy Sposati, que cobria demissões na obra de Belo Monte.
Dossiê que reúne impactos e violações de direitos no caminho para a Copa do Mundo será entregue aos governos e às prefeituras das 12 cidades-sede da Copa, além de órgãos municipais, estaduais, federais e internacionais.
Na próxima segunda-feira (12), os Comitês Populares da Copa realizarão manifestações para entregar às prefeituras das cidades que sediarão a Copa de 2014 dossiês sobre violações de direitos no âmbito da preparação do país para…
Em audiência, organizações e movimentos do Rio de Janeiro denunciaram a violação dos direitos humanos. São 123 as comunidades pobres ameaçadas por obras da como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Publicação anual traz um panorama amplo sobre a situação dos direitos humanos no país. Relatório será lançado amanhã, 8 de dezembro, em São Paulo.
Com o despejo na ocupação da Ladeira do Russel adiado até segunda-feira que vem, dia 5 de dezembro, movimentos sociais ligados à luta pela moradia afirmam que os moradores irão resistir. “Antes de tudo, é…
As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) têm sido apresentadas como a grande transformação na área de segurança pública, não somente no Rio de Janeiro, mas também no Brasil. Em tese, seria a mudança da política do confronto para a política de aproximação. Há um forte investimento de imagem nesta ação. As autoridades, de todas as instâncias, os meios de comunicação, empresários e segmentos consideráveis das classes médias e médias alta têm defendido e repercutido as chamadas “virtudes” desta ação pública.
