A primeira encíclica do pontificado de Prevost aborda os riscos e o potencial da inteligência artificial, a concentração do poder econômico e pede perdão pelo envolvimento da Igreja na escravidão.
Frei Betto
Há 135 anos, Leão XIII respondia aos desafios da Revolução Industrial com a Rerum Novarum. Agora, seu sucessor, Leão XIV, apresenta uma nova “carta social” para a era digital: a encíclica Magnífica Humanitas (Humanidade Magnífica).
O Congresso Nacional do Brasil tem se dedicado, nos últimos meses, a promover um perigoso retrocesso nas legislações eleitoral e ambiental para beneficiar diretamente corruptos e ecocidas.
A metáfora líquida, que tanto repercutiu a partir da publicação de Modernidade Líquida (Sygmunt Bauman, 1999), já não é adequada para descrever a atual conjuntura social e cultural.
O amor ao próximo é um dos pilares do evangelho de Jesus. Nas religiões afro-brasileiras, o cuidado com a comunidade é igualmente essencial.
A cultura do snack redefine a era digital com fragmentação, velocidade e sobrecarga de informação, deslocando a modernidade líquida para um modelo mais disperso.
Em um país como o Brasil, marcado por profundas desigualdades, os encontros cumprem papel fundamental ao reafirmar que a fé não pode ser reduzida à esfera privada.
Enfrenta-se, hoje, um processo de desistorização do tempo. Nessa crise da passagem da modernidade para a pós-modernidade surge a dificuldade de consolidar valores como, por exemplo, a ética.
Os democratas foram rápidos em condenar o presidente. O líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, afirmou: “Pessoas de fé nunca adorarão um aspirante a rei”.









