Ruínas de um tempo

Caco Carva Nas ruas, um vai e vem de automóveis, Rodando num frenesi… Calçadas apinhadas de gente… Que andam no espaço, Olhando pro ar… Seus relógios, Marcando um tempo Que já não existe mais, A…

Habemus Papuda

Finalmente a tua vez Senão pela morbidez (Setecentos mil porquês) Do teu negacionismo. Além de mortes manchado Tentaste um golpe de Estado Previamente chocado No ninho do neofascismo. Por ele foste julgado Defendido, ora acusado…

Assim

Caco Carva* Uma Rua Perdida Na Cidade Vazia, Corpo Ausente, Calado Inconsciente, Viaja No Tempo E No Espaço… Tentando Encontrar Sua Gente! *cacocarvalhaes1@gmail.com Foto: Dreams Time, sd.

Na veia

A saudade é flor do mato Difícil desvanecer Cada vez que a gente arranca No peito vem renascer. Eu me rendo à força dela Encolhido na janela Para vê-la desfilar. Quando toda envaidecida Fingindo estar…