
Julgamento de ex-parlamentares milicianos é adiado no Rio de Janeiro porque uma testemunha-chave faltou: o secretário municipal de Assistência Social, Rodrigo Bethlem, homem-forte do prefeito Eduardo Paes.

Julgamento de ex-parlamentares milicianos é adiado no Rio de Janeiro porque uma testemunha-chave faltou: o secretário municipal de Assistência Social, Rodrigo Bethlem, homem-forte do prefeito Eduardo Paes.
Julgamento de ex-parlamentares milicianos é adiado no Rio de Janeiro porque uma testemunha-chave faltou: o secretário municipal de Assistência Social, Rodrigo Bethlem, homem-forte do prefeito Eduardo Paes.
Nesta segunda-feira (dia 17), às 16h, a OAB/RJ sedia um ato público de caráter suprapartidário em defesa da vida do deputado estadual Marcelo Freixo. O parlamentar presidiu, na ALERJ, a CPI das Milícias, que indiciou…
Enquanto o Rio de Janeiro vive a expectativa da realização dos maiores eventos esportivos mundiais em um prazo de cinco anos, algumas situações alarmantes têm recebido pouco destaque na grande mídia: remoções, limpeza étnica, militarização…
É isso o que o Governo do Estado do Rio de Janeiro chama de “autonomia com responsabilização”: dá o cargo para qualquer bandido e retira eles só depois que, por exemplo, uma juíza independente que estava acabando com quadrilhas inteiras de grupos de extermínio é morta, cruelmente morta.
Evento reuniu especialistas da ONU, sociedade civil e representantes do Estado brasileiro para debater o tema. Lei estadual é pioneira no país e cumpre Protocolo Facultativo à Convenção das Nações Unidas contra a Tortura, ratificado pelo Brasil.
Sólo le pido a Dios, que la reseca muerte no me encuentre vacío y sólo sin haber hecho lo sufciente. León Gieco Não espere que aconteça diretamente com você, para se importar. Pode ser muito…
A pacificação e a ocupação de algumas favelas do Rio deu-se em forma de guerra, com o apoio das Forças Armadas nacionais instituindo uma gestão policial e policialesca da vida cotidiana dos pobres que lá habitam.
Militantes da Rede contra Violência, que luta em defesa dos direitos humanos no Rio de Janeiro, têm recebido constantes ameaças de morte. Eles acreditam que a ação parte de policiais militares.