Com a ideia de esperança em nosso título, queremos apontar o atual martírio palestino como um ponto de inflexão na presente crise histórica.
Oriente Médio
Guerra no Oriente Médio e o consequente fechamento do estreito de Ormuz trazem, além de tudo, consequências trágicas para a segurança alimentar em todo o mundo.
Há momentos na história em que os documentos estratégicos dizem mais sobre o mundo do que as próprias batalhas. Não porque determinem de forma mecânica os acontecimentos, mas porque revelam a imaginação política que os torna possíveis.
“Ninguém deve ter vergonha de ser de esquerda”, afirmou Lula em Barcelona. Donald Trump está jogando um jogo muito perigoso, pensando que pode ditar suas próprias regras.
É realmente importante perceber que nossa política externa para o Oriente Médio é largamente dirigida por Israel. E, claro, o fator chave para que isso aconteça é o lobby [israelense].
Este uso da força visa impedir o declínio da hegemonia dos EUA e do Ocidente no mundo, que se sente ameaçada pela ascensão da China, da Rússia e das suas alianças.
Donald Trump ressuscitou a fantasia militar da “guerra de videogame”, travada principalmente por meio de poder aéreo letal e de alta tecnologia, com poucas baixas americanas.
Para saber o que é a guerra, é preciso começar pelo que ela não é.
Enquanto o governo dos EUA continua promovendo atrocidades diplomáticas no Oriente Médio, países que nos acostumamos a ver como inimigos no noticiário internacional mostram que mesmos regimes extremamente problemáticos podem colaborar para o equilíbrio geopolítico…








