Por Humberto Tumini* Parece un tanto exagerada la apreciación del título, pero en estas cosas, acorde a la historia política del sector social que nos gobierna (grandes empresarios) y a algunas señales y medidas del…
militarismo
El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, “es un esclavo del sistema de dominación y del complejo industrial militar”, afirmó hoy el activista y académico argentino Adolfo Pérez Esquivel, ganador del Premio Nobel de la…
Por Bill Conroy, do Narconews, com colaboração de Natalia Viana, da Pública Um documento preparado a pedido de congressistas de extrema direita dos EUA indica que o 7º Grupo de Operações Especiais conduziu operações militares…
Anúncio da Amnistia Internacional que denuncia a tortura, os fuzilamentos, o recrutamento de crianças-soldados…
Cuando un volcán mata a los ciudadanos civiles en Indonesia, es una noticia internacional. Pero cuando el gobierno es el que realiza la matanza, lamentablemente no genera mucho revuelo, especialmente si un presidente estadounidense apoya…
Do New York Times: Foi estabelecido um novo recorde de suicídios de militares americanos, o pior índice desde a Guerra do Vietnã. Comandantes estariam ignorando problemas de saúde mental dos soldados, segundo relatório do Exército…
Carlos Alberto Lungarzo Anistia Internacional (USA) – 2152711 Numerosos sites e blogs da Internet se caracterizam pela difusão permanente de mensagens de ódio, seja político, racial, ideológico, nacional ou de qualquer outra característica. Ao mesmo…
Argentina: Testemunhas contra Genocidas são Assassinadas (O Caso de Silvia Suppo, 29 de março de 2010) Carlos Alberto Lungarzo Anistia Internacional (USA) Reg. 2152711 A ditadura militar argentina de 1976, cujo 34º aniversário foi completado…
Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.





