Guerra ameaça a Economia do Ocidente. Cresce o abismo entre as declarações de vitória do presidente e sua incapacidade de sufocar o Irã.
Política
Esses dias, recebi de Alder Júlio Ferreira Calado o seu livro “Florilégio de estrofes da poesia sertaneja”, lançado em 2009 pela Edições Buscas.
Entre o PowerPoint que omite nomes da direita e o público do BBB que rejeita os favoritos da produção, a emissora ensaia um reposicionamento comercial que ameaça o que ainda lhe resta de credibilidade jornalística.
Da guerra de EUA e Israel contra Irã a Portugal, o Estado moderno ocidental instrumentaliza a “libertação das mulheres” a serviço da guerra e da exclusão.
O sucesso técnico é inegável, e a emoção estampada nos rostos dos sertanejos ao verem a água chegar pela primeira vez é o selo de legitimidade mais poderoso que qualquer política pública pode almejar.
Ao completarmos o primeiro mês da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, o horizonte parece continuar sombrio, com poucas perspectivas positivas à vista.
A transição energética para fontes renováveis foi inicialmente recebida como a grande solução para a crise climática e a descarbonização da economia.
Em agosto de 1953, o mundo testemunhou um evento que marcou profundamente as relações internacionais e a política do Oriente Médio por décadas.
De Trump a Orbán, de Meloni a Modi, líderes do mundo todo transformaram o medo, o ressentimento e o orgulho nacional em instrumentos políticos.








