Por Bianca Fraccalvieri – Vatican News Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam para viver a Quaresma, “tempo em que a Igreja nos convida…
Mundo
Mundo já produz riqueza suficiente para assegurar vida digna a todos; impasse não é falta de recursos, mas incapacidade política de organizar produção, distribuir renda e orientar tecnologias ao bem comum.
Autoridades britânicas intensificam operações com drones, helicópteros e cães farejadores enquanto família contesta hipótese de desaparecimento voluntário.
Sem confirmação de vida ou morte, a família e amigos vivem um “luto ambíguo” que mistura esperança, medo e culpa. Diferentemente de um luto após morte confirmada, o desaparecimento mantém a família num estado de suspensão.
Em seus 250 anos de história, os EUA conheceram menos de 20 anos sem estar envolvidos em guerra. Segundo John Menadue, a poderosa nação do Norte nunca passou uma década sem guerra.
Há princípios que deveriam permanecer inegociáveis, mesmo em tempos de guerra: não se atacam crianças. Não se bombardeiam escolas. Hospitais não são alvos.
Ao atrelar a “America 250” ao “Corolário Trump da Doutrina Monroe”, o governo acrescenta à histórica data significados e propósitos que extrapolam a natureza essencialmente doméstica.
O Dia Internacional da Mulher (8 de março) é um dia global que celebra as conquistas sociais, econômicas, culturais e políticas das mulheres.
O desafio da nossa geração está nítido: precisamos barrar o avanço da extrema direita e derrotar o fascismo no Brasil e no mundo.








