Carlos A. Lungarzo Anistia Internacional 2152711 Créditos: O pôster acima (sem a tradução) foi utilizado por Amnesty International para ilustrar a campanha Stop Domestic Violence. A agência produtora foi Air Brussel, da Bélgica, os produtores…
Mulheres
Carlos Alberto Lungarzo Anistia Internacional (USA) – 2152711 Fui educada na história judia, uma história de opressão, de carência, de sofrer faxina étnica, de sermos expulsos de uma comunidade após outra. Poderíamos nós estar fazendo…
Tratar de definir o que seja a espiritualidade, parece-me o começo necessário deste diálogo. Entendo por espiritualidade, a vivência de Deus ou do sagrado, por contraposição com a religiosidade, que é essa mesma vivência no…
Aos amigos e amigas do Intereclesial de Porto Velho Gostaria muito de estar presente no meio de vocês. Os meus 86 anos já não me permitem fazer essa viagem. Mas quero enviar-lhes uma mensagem de…
Quando começou a ser comemorado o Dia Internacional da Mulher? Quando começou a luta das mulheres por sua libertação? Qual é a influência do movimento socialista na luta das mulheres? E o 8 de Março, como nasceu? A data teve origem a partir do quê? Onde? Estas e outras questões mereceram uma atenção especial em 2003, quando nos jornais e na Internet apareceram repetidamente versões diferentes. Todas, no entanto, esqueceram a palavra-chave, que está na luta da mulher por sua libertação: mulher “socialista”.
No dia Universal da Mulher, fazemos uma revisão geral e sumária das limitações de gênero que foram impostas inclusive depois da Declaração dos DH, e da luta atual do feminismo em procura da igualdade de direitos justos.
A despeito de suas virtudes, o ser humano carrega consigo segredos “sujos”, simplesmente impossíveis de serem tolerados ou compartilhados socialmente. Mas será que a hipocrisia tem de ser institucionalizada?
Guila Flint De Tel Aviv para a BBC Brasil Uma ONG israelense divulgou pela primeira vez os depoimentos de mulheres que serviram como soldados de Israel sobre a realidade nos territórios ocupados, denunciando uma “rotina…
Recentemente, uma comissão do parlamento francês aprovou uma proposta para que seja proíbido o uso da Burka em edifícios e instituições públicas. Há em Paris, 1900 mulheres islâmicas que usam essa indumentária. O assunto tem 74% de aprovação entre os franceses, mas alguns setores islâmicos, inclusive pacifistas, o consideram discriminatório. Esta matéria pretende mostrar que essa medida NÃO é discriminatória, e que as tradições culturais devem ser aceitas quando são positivas, e não quando propagam a dominação, a escravidão e a desigualdade.






