Figuras como Donald Trump e Benjamin Netanyahu tornaram-se expressões de um tempo e de uma política marcados pela brutalidade, pela força e pela convicção de que o poder tudo pode.
Economia
Impérios não caem de uma vez: desgastam-se primeiro em sua imagem, depois em sua capacidade de intimidar o mundo e, finalmente, em sua incapacidade de transformar o fogo em futuro.
Mundo já produz riqueza suficiente para assegurar vida digna a todos; impasse não é falta de recursos, mas incapacidade política de organizar produção, distribuir renda e orientar tecnologias ao bem comum.
A tendência de declínio dos EUA tem se expressado em intensificação do emprego da força militar. Embora a guerra contra o Irã seja o ápice desta estratégia até agora, também revela alguns dos seus limites.
Pesquisa Genial/Quaest indica pior avaliação dos Estados Unidos no país e mostra que eventual apoio de Trump a Flávio Bolsonaro pode favorecer Lula nas eleições.
A Guarda Revolucionária Islâmica está agora mostrando a todo o planeta, especialmente ao Sul Global, o que se escondia por trás da “moderação” aconselhada por Khamenei durante anos.
Ao testar um solvente, ela viu que, ao invés de se partir, as moléculas de laminina começaram a se juntar umas com as outras, formando uma rede, a polilaminina.
Em seus 250 anos de história, os EUA conheceram menos de 20 anos sem estar envolvidos em guerra. Segundo John Menadue, a poderosa nação do Norte nunca passou uma década sem guerra.
“É muito importante que não tenhamos um esquema tradicional de apenas exportar minerais brutos”, disse Baena no fim de fevereiro.









