Em um mundo marcado por crises simultâneas — ambientais, econômicas, humanitárias e políticas — conceitos antes relegados ao campo das ideias abstratas ganham nova urgência e atualidade.
Economia
Há recursos financeiros para enfrentar a desigualdade e reconstruir o país em novas bases. O que falta é política, para evitar que a riqueza seja sequestrada por rentistas.
Guerra ameaça a Economia do Ocidente. Cresce o abismo entre as declarações de vitória do presidente e sua incapacidade de sufocar o Irã.
Da guerra de EUA e Israel contra Irã a Portugal, o Estado moderno ocidental instrumentaliza a “libertação das mulheres” a serviço da guerra e da exclusão.
O sucesso técnico é inegável, e a emoção estampada nos rostos dos sertanejos ao verem a água chegar pela primeira vez é o selo de legitimidade mais poderoso que qualquer política pública pode almejar.
Ao completarmos o primeiro mês da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, o horizonte parece continuar sombrio, com poucas perspectivas positivas à vista.
A transição energética para fontes renováveis foi inicialmente recebida como a grande solução para a crise climática e a descarbonização da economia.
Em agosto de 1953, o mundo testemunhou um evento que marcou profundamente as relações internacionais e a política do Oriente Médio por décadas.
De Trump a Orbán, de Meloni a Modi, líderes do mundo todo transformaram o medo, o ressentimento e o orgulho nacional em instrumentos políticos.








