Ruidoso e Barulhento

Imagem gerada por Inteligência Artificial

 

Poema de

José Carlos Caco e AnnaLuciaGadelha

 

 

 

Passo e me faço presente,
Incomodo, por simplesmente ser urgente…
Nada proposital, nasci eloquente.
As vezes, pensativo, outras vezes inconsequente.
Tenho um sorriso fácil e lágrimas nunca aparentes.
Jamais me verá, reclamar desta vida, mesmo que me sinta ausente,
Mas meu amigo se precisar, estarei presente!

 

Intensa, vibrante, sinto o teu tom consciente,
Teu caos me acalma, pois sei que é autêntico e quente…
Não é barulho, é vida que flui livremente,
Em cada palavra, uma alma que pulsa na gente.
Guardo o olhar que enxerga o que o riso consente.
Se o mundo te julga, meu abraço te faz novamente,
Pois se o teu passo é pressa, meu cais é vertente,
E se você chegar, estarei aqui, inteiramente!

 

José Carlos Caco
cacocarvalhaes1@gmail.com

AnnaLuciaGadelha
analuciagadelha.pb@gmail.com

 

4 comentários sobre “Ruidoso e Barulhento”

  1. Entre o passo urgente dele e o meu cais vertente, nasceu esta poesia. Um encontro de versos onde o caos se torna música e a presença se faz inteira. Publicar este dueto é celebrar a poesia que pulsa na gente

  2. O presente poema é composto de duas estrofes, a primeira apresenta versos de um eu lírico que se autodefine, já na segunda estrofe temos versos de um eu lírico que compreende, acolhe e conforta. Gostei, poetas, recebam meus sinceros cumprimentos.

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