O que temos aprendido nesta situação de confinamento?

Esta revista não têm um nome qualquer. Consciência é a reunião do diverso. É a apropriação do instante. É o viver escolhido, decidido autonomamente pela pessoa e pela comunidade.

É o reconhecimento da dimensão identitária comunal. A humanidade é mais do que a divide. Somos mais do que ideologias, posições de classe, níveis sócio-econômicos, religiões, crenças, opiniões.

A atual situação de ameaça de morte generalizada têm nos levado para um apreço maior pela vida. Muitas pessoas têm se voltado para atividades artísticas.

Um centramento maior na família. Uma maior valorização das amizades, o entorno imediato. O dia a dia. A vida vivida tem vindo novamente a primeiro plano.

O que temos aprendido nesta situação de confinamento? A vida tem um final. Muitas pessoas queridas têm partido desnecessariamente. Essas mortes poderiam ter sido evitadas.

Qual é o papel do estado na preservação da vida? O estado preserva a vida? Qual é o papel que cada uma, cada um, têm na preservação da vida?

A perspectiva dos anos, a perspectiva histórica, coloca as coisas no lugar. Genocídios, guerras, extermínios, são recorrentes.

A porta estreita. O reino de Deus. Há uma possibilidade. Que estejamos alertas e atentos/as para agir da maneira certa no momento certo.

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