“A gente acredita que a imensa maioria da produção têxtil paulista, o que costuma ser comercializado por C&A, Renner, Riachuelo, Pernambucanas, griffes como a Collins, é resultado de mão de obra escrava de trabalhadores sulamericanos”.
A declaração acima é de Renato Bignami, chefe da Seção da Fiscalização do Trabalho da Superintendência Regional de São Paulo.
Foi publicada na nota “Capital paulista abriga escravidão”, de Lúcia Rodrigues para a revista Caros Amigos, de julho passado. O texto diz ainda que a rede de lojas Marisa foi multada 49 vezes pela Justiça do Trabalho por envolvimento com trabalho escravo.

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