Como ajudar a refazer o tecido social, a solidariedade, o amor e a justiça?
São perguntas grandes e miúdas ao mesmo tempo.
Cada um de nós, cada uma, sabe o que fazer.
Não estamos aqui para prescrever comportamentos ou linhas de ação.
Apenas queremos lembrar de algo básico:
Todas e todos, todes, temos alguma responsabilidade para que o mundo em que vivemos seja mais digno de ser vivido.
Mais seguro e prazeroso, mais propício para o desenvolvimento de uma vida humana em plenitude.
O poder público, as instituições tem uma grande responsabilidade na execução de políticas públicas includentes, na implementação da justiça social, na preservação e defesa da vida.
Distribuir riqueza e oportunidades, abrir as portas para que entrem aquelas pessoas que o sistema deixa de fora.
Mas a cidadania como um todo tem um papel crucial para que a ordem social esteja de fato apoiada nos valores superiores, e não na cobiça, na ambição de poder, nem menos ainda o ódio ou a raiva.
Lembremos que acabamos de sair de um período absurdo e anômalo, em que o governo federal estava nas mãos da delinquência nazifascista.
Cuidemos da democracia recuperada.
Iniciativas pessoais e comunitárias, familiares e próximas, devem ser um espaço a ser ocupado para que brote o melhor de nós!