Marcos de Oliveira e Sérgio Souto, do jornal Monitor Mercantil
A tentativa do Banco Central de vincular a queda da taxa básica de juros (Selic) ao confisco dos rendimentos da poupança lembra o personagem de Machado de Assis que, dono de uma padaria chamada Imperial, com o fim da monarquia, rebatizou o estabelecimento de República. Único BC do mundo a manter juros elevados num mundo em recessão, Henrique Meirelles e os seus, agora, querem usar a vantagem provisória dos rendimentos da poupança sobre os dos fundos de investimento, justamente, para impedir que os juros brasileiros desçam a patamares decentes. E, ainda por cima, culpar a poupança pela impossibilidade de baixar os juros.
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