A Semana Santa nos convida a olhar para as cruzes que carregamos — e, não raro, para aquelas que colocaram sobre nós.
Adalberto de Paula Barreto
Nem todo desaparecimento começa na delegacia. Às vezes, começa no espelho. No “depois eu vejo”. No “deixa pra lá”. Começa quando eu me retiro por dentro…
O agressor, incapaz de reconhecer limites e recorrer às instituições e às redes de cuidado, assume para si o papel de juiz e executor, impondo sua própria “justiça”.
Sem confirmação de vida ou morte, a família e amigos vivem um “luto ambíguo” que mistura esperança, medo e culpa. Diferentemente de um luto após morte confirmada, o desaparecimento mantém a família num estado de suspensão.
Apenas neste mês de fevereiro, dezenas de vidas foram interrompidas por deslizamentos e enchentes. Casas ruíram. Histórias foram abruptamente suspensas.
Em um mundo de excessos de consumo, de excesso de palavras, algumas vazias e outras carregadas de ódio, o Papa Leão XIV propõe uma reflexão profunda sobre o verdadeiro significado da Quaresma.
A expressão “renascer das cinzas” é um conceito presente em diversas culturas, evocando a ideia de transformação, ressurreição e renovação. Ao nos lembrarmos de que somos matéria e a matéria retorna à matéria, observamos como diferentes tradições interpretam esse ciclo.
O evento, fundamentado no respeito, igualdade e convivência harmoniosa, desafia líderes a repensarem políticas e atitudes incompatíveis com esses valores universais. Mais do que vitórias esportivas, as Olimpíadas inspiram a superação do orgulho, a prepotência e a revisão de condutas inadequadas e danosas às conquistas civilizatórias, promovendo mudanças alinhadas à ética e à justiça.
Quais as estratégias para superar o poder do medo. Vivemos uma era marcada por uma verdadeira pandemia de medo. Não se trata apenas do receio concreto de ser assaltado, cair em golpes, sair de casa…









