
A moça emergiu das ondas
e saiu plena do mar,
como se fora um presente
do reino de Iemanjá.
As águas meio agitadas,
o meu coração também,
enquanto eu olhava a moça
eu não via mais ninguém.
Quisera que me levasse
para viver junto dela,
assim poderia vê-la,
sempre amá-la e protegê-la
por inteiro e sem cautela.
Martim Assueros
10/12/2023
Bacharel em Ciências Sociais, ambientalista e poeta.

Abençoados os olhos e o sentir de quem assim pode ver e vê o mundo!