Ocupação Guerreiros Urbanos: Despejo previsto para 10/10 (quinta). Mobilização cultural e solidariedade já! (RJ)

O prédio, de propriedade da Universidade Santa Úrsula, apresenta completos sinais de abandono. Infiltrações, água parada, mosquitos, ratos, paredes e lages tomadas pela vegetação. Enquanto isso, as dívidas se acumulam em montantes que já ultrapassam 15 milhões de reais somente em relação a esse imóvel, entre dívidas com a União, estado e município (além de dívidas trabalhistas).

Comunidade Vila Autódromo, em Jacarepaguá (RJ), faz apelo contra remoções da Prefeitura

Chamada para sexta-feira (28/10/2011) e sábado (29/10/2011), a partir das 9h. “A Vila Autódromo é uma das comunidades mais conhecidas no Rio de Janeiro e internacionalmente no movimento social de luta por moradia, contando com um respeitável e combativo histórico de resistência popular contra despejos forçados, que data desde a primeira tentativa de remoção por parte do Estado no período da Eco 92 (…)”.

Comunidade Vila Autódromo, em Jacarepaguá (RJ), faz apelo contra remoções da Prefeitura

Chamada para sexta-feira (28/10/2011) e sábado (29/10/2011), a partir das 9h. “A Vila Autódromo é uma das comunidades mais conhecidas no Rio de Janeiro e internacionalmente no movimento social de luta por moradia, contando com um respeitável e combativo histórico de resistência popular contra despejos forçados, que data desde a primeira tentativa de remoção por parte do Estado no período da Eco 92 (…)”.

Remoções: Prefeitura do Rio diz que dialoga, mas vídeo mostra o contrário. Vila Autódromo resiste

Na última quarta-feira (19/10) cerca de 30 funcionários da Prefeitura do Rio de Janeiro (Secretarias de Assistência Social e de Habitação) foram até a comunidade Vila Autódromo, localizada na Barra da Tijuca, realizar o cadastro e marcações das casas para dar início à implantação do projeto de remoção. A proposta desse vídeo é registrar a forma como a Prefeitura estabelece seu “diálogo” com os moradores.

O que é moradia para você?

A Copa do Mundo de 2014 acontecerá em 12 cidades brasileiras. E, por causa deste evento, no Rio de Janeiro, 12,5 mil pessoas serão removidas. Entretanto, o Comitê Popular da Copa e da Olimpíada diz que o número de pessoas atingidas pelas obras para a Copa, Olimpíadas e pelo projeto Porto Maravilha pode chegar a 20 mil famílias. Remoções de bairros pobres e favelas estão em curso há meses e milhares de famílias têm a perda de suas moradias anunciadas pela pichação SMH (Secretaria Municipal de Habitação).