Sem-teto: ocupação no Rio cobra confirmação de contrato pela CEF

Representantes da ocupação Manoel Congo, localizada no centro do Rio de Janeiro, e do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) iniciaram, em Brasília, uma peregrinação entre a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades para a confirmação do projeto que transforma o prédio vizinho à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, em moradia legal e cidadã, com direito a espaço coletivo de cultura e renda, restaurante e casa de espetáculos…

TV Memória Latina aposta no audiovisual para divulgar ações dos movimentos social e sindical

A TV Memória Latina está dando um suporte audiovisual às lutas dos movimentos sociais e sindicais, divulgando vídeos de diversas atividades pela internet. Localizada no Rio de Janeiro, a TV é um projeto do Coletivo Tatuzaroio de Comunicação e Cultura. “Basicamente somos um grupo de marxistas, freirianos, gramscianos, vindos de diferentes partes da América Latina que escolheram o Rio de Janeiro para atuar”, explica o jornalista André Vieira, integrante do coletivo…

Velha mídia brasileira burguesa (VMBB): Os barões da mídia

Um exemplo de mídia eletrônica, onde se faz críticas de maneira irreverente é o blog do jornalista e apresentador de televisão Paulo Henrique Amorim. Em sua página com nome bem sugestivo de Conversa Afiada, ele faz críticas políticas e sociais de maneira bem-humorada; muitas das vezes pagou caro por esse seu humor. O jornalista inventou uma sigla sugestiva para criticar os barões da mídia: PIG (Partido da Imprensa Golpista)…

Caros Amigos de julho nas bancas

A revista Caros Amigos de julho traz reportagens sobre a Grécia, o golpe no Paraguai, as guerras no mundo virtual hoje e o impacto do agronegócio no Mato Grosso do Sul. Além dos seus articulistas, tem ainda entrevistas sobre a greve nas universidade federais e um balanço da Cúpula dos Povos, que ocorreu no Rio de Janeiro em junho…

Mais vozes contra o Estado-anunciante

Há quase dois meses, no dia 17 de maio, neste mesmo espaço, apontei a distorção perversa trazida pelo recrudescimento do Estado-anunciante no Brasil. É bem verdade que não foi a primeira vez que toquei no assunto. Há pelos menos dez anos essa nova modalidade do patrimonialismo pátrio – o uso de verbas públicas para fins de propaganda partidária (que corresponde a interesses particulares) – vem crescendo a um ritmo que clama por atenção…