Os quatro líderes do movimento por moradia, no início da semana passada, tiveram prisão preventiva decretada na noite da sexta-feira (28). Sidney Ferreira da Silva, Jacine Ferreira da Silva (a Preta Ferreira), Edinalva Silva Ferreira e Angélica…
criminalização dos movimentos sociais
Apoio, indignação, luta, orgulho. Com a palavra, as mães dos ativistas presos e vítimas da arbitrariedade, repressão e violência estatal, do Rio de Janeiro, durante a coletiva de imprensa realizada na ultima sexta-feira, dia 25, pelo Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro, Justiça Global, Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, CEBRASPO, Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro.
A advogada Eloísa Samy, uma das 23 perseguidas políticas no Rio de Janeiro, está no consulado do Uruguai na cidade e pediu asilo político ao país vizinho, juntamente com outras duas pessoas. Os três estão entre os 23 ativistas que tiveram prisão preventiva decretada por um documento que busca criminalizar os movimentos sociais.
Documento enviado pela Agência Nacional de Telecomunicações ameaça explicitamente rádios comunitárias e expõe o motivo: a Copa do Mundo.
Rádio Muda, na Unicamp, foi fechada poucos depois após a Anatel enviar informe a associações de rádios comunitárias comunicando que, em consequência da proximidade da Copa do Mundo, haveria o “reforço da fiscalização” em todo o Brasil.
Governo federal cria grupo integrado de serviço de inteligência e de policias para perseguir manifestantes.
A Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Rondônia e organizações sociais divulgaram nota pública pedindo a libertação do presidente do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Vilhena, Udo Wahlbrink, e outras lideranças, acusadas por confrontos durante…
Após o anúncio do reajuste das barcas em Niterói em mais de 60%, o professor Henrique participou de mobilizações pacíficas em protesto a este absurdo. De forma autoritária Henrique foi coagido pelos seguranças das Barcas…
Diversos líderes se manifestaram na Plaza de Mayo, na Argentina, pedindo a revogação da “Lei Antiterrorista”, que criminaliza as manifestações e protestos sociais.

