Por Patrick Granja No último domingo, dia quatro de setembro, moradores do Complexo do Alemão foram atacados por tropas do exército durante uma confraternização em um bar da favela. As imagens flagradas por um morador…
Complexo do Alemão
Por Patrick Granja No final da tarde de ontém, dia seis de setembro, nossa reportagem foi ao Complexo do Alemão ouvir os relatos de moradores vítimas da violenta ação do exército na noite de domingo….
Por Patrick Granja Composto por 13 favelas, o Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, abriga milhares de comerciantes que, sem outras opções, trabalham como autônomos para garantir a sobrevivência de…
Reportagem bonita no RJTV deste sábado (14) sobre os médicos que atenderam crianças vítimas da tragédia de Realengo. Os médicos chorando, é bonito. Mas que eles não peçam melhorias. Lembram dos bombeiros “heróis” da Região…
Diferente do dia-a-dia de uma favela, que sempre está lotada de gente, com crianças brincando pelas calçadas, alegria e música ao ar livre, trabalhadores e trabalhadoras voltando de seus trabalhos, e estudantes voltando de seus colégios, encontramos nas Favelas do Alemão pouquíssimas ruas com movimentação. O Alemão é um conjunto de 13 favelas, com aproximadamente 400 mil moradores (segundo informações das associações de moradores), localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Nesta sexta-feira (24/12), procurando reafirmar a tranqüilidade no Complexo do Alemão, diversas matérias jornalísticas registraram o clima natalino e pacífico na região. A falta de lucidez, no entanto, não permite que a grande mídia equilibre…
“O que nós questionamos é a falta de transparência, não há um número de mortos nem uma lista parcial de nomes”, critica Sandra. Somando dados divulgados no decorrer das operações, a entidade chegou ao número de 77 mortos entre os dias 21 e 28 de novembro, ou seja, desde o início da resposta policial aos ataques de criminosos.
Desde o dia 28 de novembro, organizações da sociedade civil realizaram visitas às comunidades do Alemão e da Vila Cruzeiro, onde se depararam com uma realidade bastante diferente daquela retratada nas manchetes de jornal. “Foram ouvidos relatos que denunciam crimes e abusos cometidos por equipes policiais. São casos concretos de tortura, ameaça de morte, invasão de domicílio, injúria, corrupção, roubo, extorsão e humilhação”, aponta comunicado conjunto.
Na reportagem abaixo, do jornal Brasil de Fato, o jornalista Leandro Uchoas registra que ativistas visitaram regiões ocupadas e colheram relatos de moradores. Execuções, tortura, arrombamento de portas e roubo são denúncias constantes. Original clicando…


