“Ninguém deve ter vergonha de ser de esquerda”, afirmou Lula em Barcelona. Donald Trump está jogando um jogo muito perigoso, pensando que pode ditar suas próprias regras.
América Latina
A transformação estrutural enquanto ruptura social abrange um horizonte amplo de mudanças, envolvendo igualmente alterações conjunturais e de longo prazo.
Considerações sobre o livro recém-publicado de Mário Maestri.
Ao atrelar a “America 250” ao “Corolário Trump da Doutrina Monroe”, o governo acrescenta à histórica data significados e propósitos que extrapolam a natureza essencialmente doméstica.
El día después del recomienzo del año literario La vida continúa Entre dos momentos La consciencia es contínua Cose todos los instantes La eternidad son instantes preservados Mantenidos, guardados Por eso la Consciência. Por eso…
Entre meados da década de 1960 e a década de 1980, ditaduras militares dominaram a América do Sul, exemplificadas pelos países ABC: Argentina de 1966 a 1971 e de 1976 a 1983, Brasil de 1964 a 1985 e Chile de 1973 a 1990.
Na América Latina, um programa que visa a redistribuição não pode ser nosso objetivo final: é o mínimo. Tudo o que não parte desse ponto vista é teatro que pode ser revertido a qualquer eleição. Quando o capital se concentra a ponto de sufocar o tempo e a vida do povo, a falta de radicalidade deixa de ser prudência e se torna cumplicidade.
Enquanto Donald Trump dispara ameaças de ação militar contra diversos países, da Groenlândia ao Irã, a América Latina é o foco principal de sua estratégia de retomada imperial. A esquerda latino-americana terá que construir novas alianças contra a agressão dos EUA.
Historicamente, os EUA buscaram manter sua hegemonia na América Latina com fogo e sangue, como se vê agora contra a Venezuela; basta de acreditar na falácia de que são “salvadores” e exemplos de “liberdade e…









