A subordinação das forças militares e de segurança latino-americanas aos EUA constitui, desde os anos 1930, peça central de uma estratégia imperial que converte cooperação em alinhamento ideológico ao neoliberalismo.
América Latina
Se você pretende votar em Flávio Bolsonaro, que promete escancarar o Brasil aos interesses dos EUA e gosta de beijar as mãos de Trump, como seu irmão Eduardo, convém conhecer um pouco de história.
Das ruínas da financeirização aos abalos climáticos, a vulnerabilidade dos trópicos expõe o preço de se governar para o lucro e contra a soberania.
Consigo substraerme a la presión contínua a la visitación de las redes sociales. Ayer tuve la experiencia de vivir casi totalmente en el mundo real. Pero hoy ya vuelvo a lo que parece que ha…
Já é quase amanhã. No entanto, todavia, porém, anda é hoje. E para não dizer que vim até aqui à toa, digo o seguinte: isto. Posso dizer o que bem entender. Não é verdade? É…
Reportagem sobre um cerco. Enquanto finge afagar Lula, Trump conspira com Milei e Bukele, contra Brasil e México. Argentina e Paraguai abrem Cone Sul ao exército dos EUA.
A América do Sul enfrenta um cenário de profunda reconfiguração política e diplomática em 2026, marcada pela ascensão de movimentos de ultradireita e pelo isolamento de atores históricos.
Trump aperta o cerco sobre Cuba e torna a vida insuportável, mas as carências são antigas e prolongam-se desde o fim da União Soviética.
“Ninguém deve ter vergonha de ser de esquerda”, afirmou Lula em Barcelona. Donald Trump está jogando um jogo muito perigoso, pensando que pode ditar suas próprias regras.









