Reportagem sobre um cerco. Enquanto finge afagar Lula, Trump conspira com Milei e Bukele, contra Brasil e México. Argentina e Paraguai abrem Cone Sul ao exército dos EUA.
América Latina
A América do Sul enfrenta um cenário de profunda reconfiguração política e diplomática em 2026, marcada pela ascensão de movimentos de ultradireita e pelo isolamento de atores históricos.
Trump aperta o cerco sobre Cuba e torna a vida insuportável, mas as carências são antigas e prolongam-se desde o fim da União Soviética.
“Ninguém deve ter vergonha de ser de esquerda”, afirmou Lula em Barcelona. Donald Trump está jogando um jogo muito perigoso, pensando que pode ditar suas próprias regras.
A transformação estrutural enquanto ruptura social abrange um horizonte amplo de mudanças, envolvendo igualmente alterações conjunturais e de longo prazo.
Considerações sobre o livro recém-publicado de Mário Maestri.
Ao atrelar a “America 250” ao “Corolário Trump da Doutrina Monroe”, o governo acrescenta à histórica data significados e propósitos que extrapolam a natureza essencialmente doméstica.
El día después del recomienzo del año literario La vida continúa Entre dos momentos La consciencia es contínua Cose todos los instantes La eternidad son instantes preservados Mantenidos, guardados Por eso la Consciência. Por eso…
Entre meados da década de 1960 e a década de 1980, ditaduras militares dominaram a América do Sul, exemplificadas pelos países ABC: Argentina de 1966 a 1971 e de 1976 a 1983, Brasil de 1964 a 1985 e Chile de 1973 a 1990.









