Sonhar pode

Caco Carva, rio Sena, 2017

Um dia qualquer
Depois de muitas caminhadas,
Perdido na multidão,
Como um sonho vivido
Me encontrei na solidão.
À beira de um rio,
No meio do mundo,
Uma esperança surgiu.
Apenas num olhar,
Um sorriso brotou.
Era real,
Onde muitos haviam passado,
Parei e admirei,
Na beira do Sena recomecei…

Caco Carva cacocarvalhaes1@gmail.com

2 comentários sobre “Sonhar pode”

  1. Seu poema é belíssimo, um retrato lírico e comovente de um reencontro, não apenas com o mundo, mas consigo mesmo. Bravo, amiga!

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