Servicio de Paz y Justicia (Argentina): contra la criminalización de la protesta social

El Servicio de Paz y Justicia, expresa su preocupación frente a la detención del dirigente del Sindicato de Ferroviarios Ruben Sobrero y otros compañeros.

Reclamamos que la investigación sea totalmente transparente, y se respeten todas las garantías del debido proceso. Asimismo solicitamos que no se efectúen prejuzgamientos por parte de otras instancias nacionales.

Con la detención de los compañeros ferroviarios, no se tapa la crisis del transporte ferroviario ni tampoco la manera en que se ven afectados miles de argentinos, día a día, por el desastroso servicio que presta una compañía que es subsidiada por el estado, y que debería garantizar la vida de los usuarios y condiciones dignas de trabajo para sus trabajadores.

He aquí el verdadero nudo del problema: un sistema colapsado y que no cumple con los compromisos mínimos asumidos. Esta es una consecuencia directa de las privatizaciones del menemismo, que no ha sido objeto de revisión ni de cuestionamientos serios.

Se trata de un intento más de criminalizar la protesta social y de manchar la lucha de los trabajadores. A lo largo y ancho del país, las causas judiciales contra los luchadores sociales se multiplican, mientras aún esperamos justicia para los hermanos Qom asesinados, para los muertos del Indoamericano y para los muertos por las tomas de tierra de Jujuy, por citar sólo algunos ejemplos.

Nos sumamos entonces a las voces que reclaman una Justicia para todos y cada uno de los habitantes de la Nación Argentina

Servicio de Paz y Justicia

Adolfo Pérez Esquivel

Coordinación Nacional

Piedras 730 (1070) Buenos Aires – Republica Argentina Tel./Fax (54-11) 4361-5745

E-mail: serpaj@serpaj.org.ar

Miembro del SERPAJ América Latina, con status consultivo ante las Naciones Unidas (ECOSOC) y UNESCO

Adherido a la liga internacional por los Derechos y La Liberación de los Pueblos

2 comentários sobre “Servicio de Paz y Justicia (Argentina): contra la criminalización de la protesta social”

  1. A diferença.
    Parabenizo os sindicatos Argentinos na pessoa de Ruben Sobrero e seus companheiros, vemos neste instante uma nova fronteira da banalização do mercado de trabalho que é a concessão e expropriação do bem comum o transporte de massa! Quando falamos de bem comum somos levados a associar todas as formas de ocupação do espaço e o compartilhamento de receitas financeiras e intelectuais diga-se de passagem a base da nova Colonização Estatal. Em quanto Sociedade Mundial estamos enfraquecidos com as constantes derrotas da ONU em estabelecer a PAZ, para a qual é precursora e detentora de vários acordos em todos os países ditos organizados em jurisprudência internacional não vou aprofundar-me pois não sou conhecedor jurídico não sendo este meu departamento sendo somente um fiscal e um observador. Minha base de raciocínio vem da incolumidade que todos temos a responsabilidade de preserva e procurar de todas as formas respaldo e participação social com respeito em especial a vida e as populações tradicionais… Quando falo sobre as populações tradicionais não posso esquecer que já criminalizamos em virtude de uma mídia o Cacique Pai ACLÃM, em virtude da ECO 92, onde boa parte deste veio a calhar em virtude da divisão de opiniões. Sou a favor de uma memória que possa nos tirar do mercado de consumo e nos coloque no compartilhar o mercado. Estamos no Brasil sendo explorados passaram “aérea” mente aqui mais 183,4 bilhões, onde um terço será investimento na industria petroquímica! Temos ciência que esta industria sempre existiu e não são os ricos que pagam a conta desta nova renovação. Eu não posso ser explorado e responsabilizado ao mesmo tempo, não concordo com a quebra de monopólio da nossa ESTATAL a Petrobras é do Povo como são os nossos minérios! Me respeite, proteja e conserve. Ainda somos fortes Juntos. Terra amada obrigado!

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