Em cerimônia na manhã desta segunda-feira (17), no Palácio do Planalto, o presidente Lula enviou ao Congresso Nacional o Plano Nacional de Cultura 2025-2035, que definirá as diretrizes para as políticas culturais brasileiras na próxima…
Política
O timoneiro e o soldado que permanece na linha de frente. O presidente Lula pediu à militância do Partido dos Trabalhadores e de todos os partidos progressistas democráticos do país, na celebração dos 46 anos…
As recentes campanhas eleitorais tornaram-se arenas sofisticadas de disputas simbólicas, emocionais e programáticas. Diferentes projetos políticos buscam legitimação junto ao eleitorado. Nesse contexto, observa-se uma diferença recorrente entre o modo como os partidos de direita e os progressistas estruturam suas mensagens e mobilizam o eleitorado.
Do primeiro clarão às consequências duradouras, o artigo descreve colapsos simultâneos em cidades, saúde, telecomunicações, alimentos e clima, revelando por que a guerra nuclear nunca permanece localizada geograficamente.
Ao contrário dos mitos da extrema direita de que os “nazistas eram de esquerda”, os fascistas desprezam o socialismo e querem destruí-lo. Eis aqui os motivo pelos quais a esquerda representa uma ameaça tão grande para eles.
Enquanto Donald Trump dispara ameaças de ação militar contra diversos países, da Groenlândia ao Irã, a América Latina é o foco principal de sua estratégia de retomada imperial. A esquerda latino-americana terá que construir novas alianças contra a agressão dos EUA.
Em campanhas políticas, raramente vence quem apresenta apenas os melhores dados ou os planos mais bem estruturados. Ganha quem consegue tocar zonas profundas da psique coletiva. Bandeiras, cores, gestos, slogans, músicas e imagens não são meros adornos publicitários: são símbolos. E o símbolo, como já ensinaram Sigmund Freud e Joseph Campbell, fala diretamente ao inconsciente.
Mestre da arte moderna, que retratou a classe trabalhadora e a cultura popular, Candido Portinari foi perseguido e teve entrada barrada nos EUA por sua militância no PCB.
Em assinatura de Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio pelos Três Poderes, presidente usa ditado popular para pedir fim da omissão da sociedade e um basta em feminicídios.









