A psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto, de 30 anos, está desaparecida desde o dia 3 de março. Novas pistas apontam que ela pegou duas embarcações ao sair da cidade de Brightlingsea.
Mídia
Por Bianca Fraccalvieri – Vatican News Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam para viver a Quaresma, “tempo em que a Igreja nos convida…
Isabela Venturoza debate projetos de lei contra discurso de ódio, responsabilidade das big techs e a necessidade de envolver homens na transformação cultural.
“O velho mundo morre. O novo demora a nascer” (Gramsci). Hoje as plataformas digitais são verdadeiras Hidras, o monstro de sete cabeças. E ainda não apareceu um Hércules que possa matá-las.
Quando o Twitter surgiu, sua característica mais óbvia era a brevidade. Os usuários estavam limitados a enviar mensagens com no máximo 140 caracteres, curtas o suficiente para caber no sistema de mensagens curtas (SMS), o sistema padrão de mensagens de texto usado por celulares em todo o mundo.
Nas últimas semanas, quem acompanhou o noticiário sobre inteligência artificial não conseguiu se esquivar do fenômeno do Moltbook. Rapidamente, em quase todo o mundo, circulou a notícia de que a primeira rede social inteiramente composta por inteligência artificial tinha finalmente chegado. Uma rede social ao estilo Reddit, com vários subfóruns e centenas de posts que resultam da interação entre usuários criados com inteligência artificial.
Tenho me agarrado a este espaço Com a mesma força com que me agarrei da oração Da amizade Da pintura Da arte em geral Existe arte em geral? Arte de viver Daí muitas vezes ter…
As recentes campanhas eleitorais tornaram-se arenas sofisticadas de disputas simbólicas, emocionais e programáticas. Diferentes projetos políticos buscam legitimação junto ao eleitorado. Nesse contexto, observa-se uma diferença recorrente entre o modo como os partidos de direita e os progressistas estruturam suas mensagens e mobilizam o eleitorado.
Em campanhas políticas, raramente vence quem apresenta apenas os melhores dados ou os planos mais bem estruturados. Ganha quem consegue tocar zonas profundas da psique coletiva. Bandeiras, cores, gestos, slogans, músicas e imagens não são meros adornos publicitários: são símbolos. E o símbolo, como já ensinaram Sigmund Freud e Joseph Campbell, fala diretamente ao inconsciente.









