Cuba vive sob a sombra de ameaças e chantagens dos EUA desde a revolução de 1959. Mas a atual escalada imperialista de Donald Trump nas Américas representa um dos perigos mais sérios que seu povo enfrentou em todo esse tempo.
Economia
Uma sociedade ideal distribuiria os meios de produção de forma equitativa, incluindo a produção musical. A alfabetização musical universal garantiria que todos tivessem as ferramentas necessárias para participar do legado coletivo da música.
Do Monstro de Frankenstein ao ChatGPT, a mão que aponta o progresso traz ainda mais destruição. Mas para o neoliberalismo, ainda é pouco: no fundo, o que se quer é a sociedade completamente substituída pelo mercado com ajuda da Inteligência Artificial (IA).
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, cotada para ser uma das candidatas ao Senado por São Paulo – o que deve levá-la a deixar o cargo até o fim de março –, afirmou nesta quinta-feira (12) que o governo está trabalhando com a expectativa de alcançar, neste ano, a menor taxa de desmatamento da série histórica, iniciada em 1988.
Na América Latina, um programa que visa a redistribuição não pode ser nosso objetivo final: é o mínimo. Tudo o que não parte desse ponto vista é teatro que pode ser revertido a qualquer eleição. Quando o capital se concentra a ponto de sufocar o tempo e a vida do povo, a falta de radicalidade deixa de ser prudência e se torna cumplicidade.
Empreendedores ávidos por lucro, monarcas do Golfo, Donald Trump, Tony Blair e a extrema direita israelense estão todos unidos em seu projeto para Gaza: uma zona econômica especial impulsionada pela tecnologia e governada por bilionários, sem qualquer possibilidade de autodeterminação para os palestinos.
O coração hídrico do Brasil pulsa na Amazônia, e seus principais vasos – rios como o Tapajós, o Madeira e o Tocantins – estão no centro de um embate que redefine fronteiras entre desenvolvimento, soberania e sobrevivência.
Um projeto articulado entre o agronegócio e setores do governo federal ameaçava transformar esses cursos d’água em meras hidrovias de eficiência logística, através de um processo duplo: a concessão à iniciativa privada (uma forma de privatização da gestão dos rios) e a dragagem intensiva para garantir o escoamento de grãos. Esta equação, vendida como progresso, ignorava o custo social e ambiental astronômico, e revelava os contornos de uma política que beneficiaria uma elite econômica em detrimento de povos tradicionais e do patrimônio natural do país.
Enquanto Donald Trump dispara ameaças de ação militar contra diversos países, da Groenlândia ao Irã, a América Latina é o foco principal de sua estratégia de retomada imperial. A esquerda latino-americana terá que construir novas alianças contra a agressão dos EUA.
As políticas socialistas do século XXI não podem se basear nos mesmos princípios que as guiaram no início do século XX. Em vez de tentar acelerar o trem capitalista, devemos concentrar nossos esforços em puxar o freio de emergência.









