Duas revoluções tecnológicas distintas estão em curso, e elas competem pela nossa atenção e recursos limitados – bem como pela prioridade política.
C&T
O maior inimigo desse país não é o bolsonarismo, as tarifas do Trump ou a oposição na Câmara dos Deputados, é cair na real. Nunca foi a internet, mas a velha credulidade humana, agora equipada com 5G e pacote de dados ilimitado.
Como grandes empresas e fundos de investimento dominaram os parques eólicos e solares no Brasil. A colaboração do Estado para a captura.
Ao testar um solvente, ela viu que, ao invés de se partir, as moléculas de laminina começaram a se juntar umas com as outras, formando uma rede, a polilaminina.
“É muito importante que não tenhamos um esquema tradicional de apenas exportar minerais brutos”, disse Baena no fim de fevereiro.
Acredita-se que a Inteligência Artificial (IA) seja uma força imparável, mas ainda depende totalmente do trabalho humano para funcionar. Se essas tecnologias serão libertadoras ou causarão sofrimento dependerá de quem controlar seu desenvolvimento e implementação.
As redes sociais e plataformas digitais se tornaram oráculos contemporâneos. Não se trata de um olhar puramente metafórico. Ao longo da história, sociedades sempre criaram sistemas simbólicos para responder a três perguntas fundamentais: quem eu sou, o que está acontecendo comigo e para onde devo ir.
Nas últimas semanas, quem acompanhou o noticiário sobre inteligência artificial não conseguiu se esquivar do fenômeno do Moltbook. Rapidamente, em quase todo o mundo, circulou a notícia de que a primeira rede social inteiramente composta por inteligência artificial tinha finalmente chegado. Uma rede social ao estilo Reddit, com vários subfóruns e centenas de posts que resultam da interação entre usuários criados com inteligência artificial.
A tentativa de Donald Trump de tomar a Groenlândia afastou muitos aliados de longa data. Mas também despertou o interesse de um grupo de bilionários da tecnologia que veem a ilha como um potencial laboratório para “cidades libertárias”, ou seja, zonas governadas de forma privada, sem regulamentação ou democracia.








