O jornalista Antonio Werneck afirma, via twitter: “Da rua 2, próximo da Cachopa, um morador levava até uma hora para chegar ao asfalto. Motos e vans impediam o trânsito. De negativo, temem o aumento da violência na favela. Com o tráfico, os furtos eram mínimos. Sem ele, dormir de porta aberta acabou. É a favela provando do policiamento ruim que sempre marcou a vida dos moradores do asfalto.”
Na noite de segunda-feira (13), menos de 48h após a ocupação, Robson Melo (@robsonmelo10), morador da Rocinha, confirma via twitter a informação: “Nesse momento o efetivo na Rocinha está está bem reduzido, áreas chaves como Rua 1 entre outros não mais possuem policiamento.”
É mole?
Gustavo Barreto, 44, é jornalista com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ, com 16 anos de experiência em organismos internacionais. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira. Saiba mais: https://gustavobarreto.me
