O timoneiro e o soldado que permanece na linha de frente. O presidente Lula pediu à militância do Partido dos Trabalhadores e de todos os partidos progressistas democráticos do país, na celebração dos 46 anos…
Neste artigo, o autor (Adalberto Barreto) adverte que “Viver no presente é fundamental para encontrar significado, liberdade e protagonismo”.
¿Cómo se mantiene una revista? La respuesta es o parecería ser obvia No lo es, sin embargo Además de textos Es necesaria Calma Paciencia Experiencia Inspiración Confianza Y también, lo que no es tan obvio…
As recentes campanhas eleitorais tornaram-se arenas sofisticadas de disputas simbólicas, emocionais e programáticas. Diferentes projetos políticos buscam legitimação junto ao eleitorado. Nesse contexto, observa-se uma diferença recorrente entre o modo como os partidos de direita e os progressistas estruturam suas mensagens e mobilizam o eleitorado.
Do primeiro clarão às consequências duradouras, o artigo descreve colapsos simultâneos em cidades, saúde, telecomunicações, alimentos e clima, revelando por que a guerra nuclear nunca permanece localizada geograficamente.
Ao contrário dos mitos da extrema direita de que os “nazistas eram de esquerda”, os fascistas desprezam o socialismo e querem destruí-lo. Eis aqui os motivo pelos quais a esquerda representa uma ameaça tão grande para eles.
Enquanto Donald Trump dispara ameaças de ação militar contra diversos países, da Groenlândia ao Irã, a América Latina é o foco principal de sua estratégia de retomada imperial. A esquerda latino-americana terá que construir novas alianças contra a agressão dos EUA.
Padre Júlio Renato Lancellotti conduz um dos mais importantes projetos sociais direcionados aos grupos em situação de vulnerabilidade, denunciando e enfrentando a aporofobia. Nasceu em 27 de dezembro de 1948, em São Paulo. Era um dos três filhos do comerciante Milton Fagundes Lancellotti e da cozinheira Wilma Ferrari. Passou sua infância no bairro do Tatuapé e foi alfabetizado em casa por sua mãe, mulher culta e habituada à leitura.
Em campanhas políticas, raramente vence quem apresenta apenas os melhores dados ou os planos mais bem estruturados. Ganha quem consegue tocar zonas profundas da psique coletiva. Bandeiras, cores, gestos, slogans, músicas e imagens não são meros adornos publicitários: são símbolos. E o símbolo, como já ensinaram Sigmund Freud e Joseph Campbell, fala diretamente ao inconsciente.









