Nas ruas, cresce mobilização por impeachment para livrar país do genocida

No Brasil e no exterior, centenas de manifestações pediram o afastamento de Bolsonaro e seu governo genocida. “Em todo o Brasil e no mundo o grito é um só: precisamos nos livrar do genocida!”, afirmou a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). De carro e de bicicleta, e mais amplas que a carreata do dia 23, as manifestações ganharam a periferia das grandes cidades. Na véspera da abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, a pressão popular pelo impeachment cresce nas ruas

As manifestações deste domingo, 31, cumpriram com a expectativa e cresceram em volume e contundência em todo o país. Além dos centros das grandes cidades, atos ocorreram nas periferias das capitais e cidades do interior. Os protestos também ecoaram no exterior com a 4ª edição do evento Stop Bolsonaro, realizado em várias capitais do mundo.

“Em todo o Brasil e no mundo o grito é um só: precisamos nos livrar do genocida!”, afirmou a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hofffmann (PR). “O povo cansou, chega de Bolsonaro, vacina para todos”, reafirmou o líder do PT no Senado Federal, Rogério Carvalho (PT-SE). As manifestações no país foram organizadas por sindicatosmovimentos sociais e organizações de mulheres, de juventude e partidos políticos que compõem as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular.

Nas faixas e palavras de ordem em todo o país, a população pediu o retorno do pagamento do auxílio emergencial, vacinas para todos e empregos. Nas palavras das lideranças, medidas que o atual governo não tem condições, nem vontade de atender. A urgência do impeachment é uma necessidade de sobrevivência das pessoas e do país, afirmaram as lideranças.

As carreatas ganharam às ruas da maioria das capitais e grandes cidades brasileiras, conquistando entusiasmado apoio da população. Na capital paulista, a carreata teve início na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, encerrando em frente ao Ginásio do Ibirapuera. No trajeto, que passou pela Avenida Paulista, lideranças de movimentos social e sindical falaram ao microfone.

“Tivemos uma ampla participação da população contra este governo genocida num Brasil onde mil pessoas morrem por dia”, registrou o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo. A participação dos trabalhadores também buscou outras formas de participação, como a dos funcionários da Mercedes Benz, integrantes do Comitê Lula Livre.

Em Florianópolis, uma grande manifestação tomou às ruas marcou a resistência popular para defender a Comcap, empresa pública de limpeza urbana, e seus trabalhadores, em greve desde o dia 18 de janeiro. A manifestação impulsionada pelo sindicato e pelas famílias dos cerca de 1700 trabalhadores da Comcap recebeu amplo apoio da população.

Para o líder da  Bancada do PT na Câmara,  deputado Enio Verri (PR), o efeito do ato simbólico que está acontecendo no Brasil e no mundo é muito maior do que se imagina. “É o mundo todo observando que ninguém aguenta mais um presidente genocida, um presidente que não tem a preocupação com a vida das pessoas”.

 

Fonte: PT

(31-01-2021)

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