Em comunicado, Abraji defende WikiLeaks

Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo - ABRAJIA Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo defendeu nesta quinta-feira (09) a publicação de telegramas da diplomacia americana obtidos pela WikiLeaks, organização que expôs mais de 250 mil documentos em seu website.

Em nota, a organização afirmou que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, deve ter um julgamento “célere e justo” frente às acusações de abuso sexual que enfrenta e pediu que “cessem as tentativas oficiais de culpar ou punir o WikiLeaks pela divulgação dos telegramas sigilosos da diplomacia dos EUA”.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Abraji defende a publicação de telegramas da diplomacia americana obtidos pela organização WikiLeaks

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo defende a publicação do conteúdo dos cerca de 250 mil documentos oficiais do governo dos EUA obtidos pela ONG WikiLeaks. Trata-se de informação de interesse público. Cidadãos têm o direito de conhecer a atuação de seus governos nas relações internacionais.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, está preso no Reino Unido a pedido da Justiça sueca, que o acusa de abuso sexual contra duas mulheres. A Abraji defende que Assange tenha um julgamento célere, justo e que cessem as tentativas oficiais de culpar ou punir o WikiLeaks pela divulgação dos telegramas sigilosos da diplomacia dos EUA.” (original)

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