“No Rio de Janeiro e em boa parte do Brasil uma tragédia apaga a outra, o que vai provocando uma amnésia. Agora em abril vai completar um ano da tragédia do Morro do Bumba, em Niterói. Lembram? Ninguém fala mais, porque tem uma nova tragédia a tratar. E daqui a pouco vai ter outra, e ninguém mais vai falar da Região Serrana (…)”.
Freixo lembra um ano da tragédia no morro do Bumba, em niterói, e a situação das vítimas, que vivem em condições precárias em seus abrigos até hoje. Acreditem: o pagamento do aluguel social foi suspenso.
“Os abrigos são piores que casas de custódia, pior do que presídios. Elas não cometeram crimes, são vítimas da falta de políticas públicas e são tratadas pior do que bicho”.
