Defender a vida

Governos ilegais, inconstitucionais e ilegítimos, provocam pela sua mera existência, tanto quanto pelas suas ações, danos incalculáveis nas populações a eles submetidas.

No Brasil o golpe de estado de 2016 deu lugar a um governo ilegal e inconstitucional. As eleições de 2018 deveriam ter sido anuladas, caso existisse justiça.

Lula preso sem culpa, perseguições contra o PT, ataques contra os direitos humanos, sociais e laborais. Imprensa e redes sociais invadidas pela delinquência fascista.

Neste contexto, a população desassistida numa pandemia que vêm ceifando vidas humanas como se nada valêssemos.

O que fazer neste contexto? A cidadania resiste de muitas maneiras. Nos espaços educacionais e da saúde unem-se vontades para defender o bem mais precioso de um país: a vida das pessoas.

Nas redes sociais vêm se expandindo comportamentos avessos à mentalidade bestial é bárbara que impregnou a cena política e social nos últimos anos.

As pessoas e as famílias, as comunidades, agem por conta própria, em defesa da continuidade da sua existência.

A vida humana é breve. Ninguém está disposto(a) a deixar que aquilo que é mais precioso possa ser destruído por uma sub-humanidade que deve ceder lugar a uma cidadania plena, nos termos da carta dos Direitos Humanos proclamada pelas Nações Unidas.

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